Governo do Amapá

Camilo Capiberibe

Cargo
Governador
Partido
Partido Socialista Brasileiro (PSB), na eleição de 2010
Estado
Amapá
Período no governo
  • 01/01/2011 a 31/12/2014. Eleito em 2010. Fim do mandato.

Aqui você vê o período de Camilo Capiberibe no governo do Amapá, os números do estado nesse período e os votos que teve.

Ver a página do Amapá

Fonte do partido e de cada período: Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2010. Lidas em 29/10/2026.

Siglas desta página (8)

PSB, Partido Socialista Brasileiro. ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. CSV, valores separados por vírgula. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. SIDRA, Sistema IBGE de Recuperação Automática. TSE, Tribunal Superior Eleitoral.

O começo e o fim do período de 2011 a 2014 ainda estão a confirmar em registro oficial.

Ver como começou e terminou o período
  1. 01/01/2011 a 31/12/2014

    Eleito em 2010.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2010: PSB.

    Dados da eleição de 2010: Tribunal Superior Eleitoral

Os números do Amapá no governo de Camilo Capiberibe

Cada número do Amapá ao lado do número do Brasil, do começo ao fim do período, e quem decide cada um.

Quanto custa encher o tanque?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Não há tabela de preços do governo: a Petrobras decide o preço nas suas refinarias, o governo federal pode mudar parte dos tributos federais e os estados decidem juntos o imposto estadual por litro.

Quem decide e as leis

Desde 2002 não há tabela de preços do governo para os combustíveis: refinarias, importadores, distribuidoras e postos definem os seus, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha e divulga os preços, sem fixá-los. A Petrobras, empresa em que o governo federal (a União) tem a maioria das ações com direito a voto, decide o preço que cobra nas suas refinarias, e o governo federal pode reduzir por decreto parte dos tributos federais sobre a gasolina e depois voltar a cobrá-los, até o limite da lei. O preço na bomba soma o preço nas refinarias, os tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados e do Distrito Federal, o etanol misturado à gasolina e as margens de distribuidoras e postos. Desde 2023, o ICMS da gasolina é um valor em reais por litro, o mesmo em todo o país, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

O que cabe ao governador

O governador não decide o preço nas refinarias nem os tributos federais sobre a gasolina, e o governo do estado não muda sozinho o ICMS dela: ele o decide em conjunto com os outros estados e o Distrito Federal.

Preço da gasolina. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, por litro, em reais do mês mais recente.

  1. Camilo Capiberibe

    01/01/2011 a 31/12/2014

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amapá no período
    −13,9%
    Amapá ao assumir
    R$ 6,75dez/2010
    Amapá ao sair
    R$ 5,81dez/2014
    Brasil no período
    −8,3%
    Brasil ao assumir
    R$ 6,27dez/2010
    Brasil ao sair
    R$ 5,75dez/2014

Último dado: no Amapá, R$ 6,54 por litro (set/2026); no Brasil, R$ 6,54 por litro (set/2026).

Amapá e Brasil, até dez/2014  Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Levantamento de Preços de Combustíveis, série histórica mensal: gasolina comumÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), variação mensal, até set/2026  Banco Central do BrasilAtualizado em Baixar os dados em valores separados por vírgula (CSV), de cada estado e do Brasil, um valor por período

Valor em reais de cada mês, corrigido pelo IPCA (série 433) para os preços do último mês disponível, sem setembro de 2020, quando não houve pesquisa; em setembro de 2020 a pesquisa mudou de programa, e outubro de 2020 teve poucos postos pesquisados. Valores em preços de set/2026. Serve para corrigir o preço da gasolina pela inflação; é a mesma série que o indicador de inflação usa.

Qual é a taxa de desemprego?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide o desemprego sozinho: pesam as empresas, que contratam, o juro básico do Banco Central e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide o desemprego sozinho. Sobre ele pesam as decisões das empresas, que contratam, e o juro básico, que o Banco Central decide. Pesam também os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais. A Constituição põe a busca do pleno emprego entre os princípios da economia do país.

O que cabe ao governador

O governador não decide a taxa de desemprego nem as leis do trabalho, que são feitas pelo Congresso Nacional; para criar ou aumentar um imposto do estado é preciso lei aprovada pela Assembleia Legislativa, menos o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

Taxa de desemprego. Variação no período em pontos percentuais; ao assumir e ao sair, em % da força de trabalho. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Camilo Capiberibe

    01/01/2011 a 31/12/2014

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amapá no período
    −3,0 pontos
    Amapá ao assumir
    13,42012
    Amapá ao sair
    10,42014

    Dados parciais

    Brasil no período
    −0,5 ponto
    Brasil ao assumir
    7,42012
    Brasil ao sair
    6,92014

    Dados parciais

Último dado: no Amapá, 9,8% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, 5,4% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Amapá e Brasil, até o trimestre de out/2014 a dez/2014  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 4099 do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA): taxa de desocupação por trimestre, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Cada valor é a taxa de um trimestre do calendário, sem ajuste sazonal, e o número é menos preciso nos estados com amostra pequena e, em proporção à taxa, onde a taxa é baixa.

Quanto ganha, em média, quem trabalha?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide a renda sozinho: pesam os acordos entre empresas e trabalhadores, o salário mínimo fixado em lei, o juro básico e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide a renda do trabalho sozinho. Parte dela vem de acordos entre empresas e trabalhadores, que a Constituição reconhece, e o salário mínimo é fixado em lei, para o país todo. O juro básico, que o Banco Central decide, e os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais também pesam.

O que cabe ao governador

O governador propõe à Assembleia Legislativa o salário de quem trabalha no governo do estado e pode propor um piso salarial do estado, acima do mínimo nacional, para quem não tem piso em lei federal ou acordo coletivo; acima desse piso, o salário de quem trabalha nas empresas não é ele quem decide.

Renda média do trabalho. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, em reais do período mais recente. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Camilo Capiberibe

    01/01/2011 a 31/12/2014

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amapá no período
    +10,4%
    Amapá ao assumir
    R$ 2.8132012
    Amapá ao sair
    R$ 3.1052014

    Dados parciais

    Brasil no período
    +5,0%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.1802012
    Brasil ao sair
    R$ 3.3392014

    Dados parciais

Último dado: no Amapá, R$ 3.134 (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, R$ 3.738 (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Amapá e Brasil, até o trimestre de out/2014 a dez/2014  IBGE, tabela 5436 do SIDRA: rendimento médio mensal real habitual do trabalho, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

A tabela não tem dados do segundo trimestre de 2020 ao primeiro trimestre de 2022, e os valores são revistos a cada divulgação.

Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles.

Quem decide e as leis

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles. O governo federal tem a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com tarefas definidas na Constituição, e as cidades podem ter guardas municipais para proteger os seus bens, serviços e instalações. Desde 2018, a lei do Sistema Único de Segurança Pública prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e as cidades atuem em conjunto. A taxa de homicídios também muda com fatores que nenhum governo controla sozinho, segundo o Atlas da Violência.

O que cabe ao governador

O governador comanda a Polícia Militar, que faz o policiamento nas ruas, e a Polícia Civil, que investiga os crimes, menos os federais e os militares; as leis penais são feitas pelo Congresso Nacional, e a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são do governo federal.

Homicídios. Variação no período, ao assumir e ao sair, por 100 mil habitantes.

  1. Camilo Capiberibe

    01/01/2011 a 31/12/2014

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amapá no período
    +6,5
    Amapá ao assumir
    28,32009
    Amapá ao sair
    34,82014
    Brasil no período
    +3,2
    Brasil ao assumir
    26,92009
    Brasil ao sair
    30,12014

Último dado: no Amapá, 45,2 por 100 mil habitantes (2024); no Brasil, 20,0 por 100 mil habitantes (2024).

Amapá e Brasil, até 2014  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Atlas da Violência, série 20: taxa de homicídios por unidade da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Série anual do Atlas da Violência por unidade da federação, pelo local de residência de quem morreu, divulgada com cerca de dois anos de atraso.

Ver todos os governadores desde 2003

Votos

Para governador, teve 143.311 votos no 2º turno de 2014, menos que os 170.277 do 2º turno de 2010. No 1º turno, teve 105.445, mais que os 95.328 de 2010.

Desde 2002, disputou cinco eleições: duas para governador e três para deputado federal.

  1. 2026

    Deputado federal no Amapá

    6.296 votos

    Suplente

  2. 2022

    Deputado federal no Amapá

    9.631 votos

    Não eleito

  3. 2018

    Deputado federal no Amapá

    24.987 votos

    Eleito por média

  4. 2014

    Governador no Amapá

    2º turno

    143.311 votos

    Não eleito

    No 1º turno: 105.445 votos, 27,53% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  5. 2010

    Governador no Amapá

    2º turno

    Ver de onde vieram os votos

    170.277 votos

    Eleito

    No 1º turno: 95.328 votos, 28,68% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral  Ver na fonte: 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010  Baixar os dados (CSV)

Arquivos de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lidos em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.

Ver os arquivos do TSE de cada eleição
  • votacao_candidato_munzona_2026.zip: arquivo de 01/11/2026, lido em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.
  • votacao_candidato_munzona_2022.zip: arquivo de 01/11/2026, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2018.zip: arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2014.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2010.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.

De onde vieram os votos no 2º turno de 2010, para governador

Pular o mapa
  • Serra do Navio 39,37% dos votos válidos, 868 votos
  • Amapá 35,78% dos votos válidos, 1.412 votos
  • Pedra Branca do Amapari 48,57% dos votos válidos, 1.717 votos
  • Calçoene 49,07% dos votos válidos, 2.143 votos
  • Cutias 58,87% dos votos válidos, 1.327 votos
  • Ferreira Gomes 58,06% dos votos válidos, 1.690 votos
  • Itaubal 59,00% dos votos válidos, 1.554 votos
  • Laranjal do Jari 64,40% dos votos válidos, 11.204 votos
  • Macapá 55,36% dos votos válidos, 105.509 votos
  • Mazagão 48,89% dos votos válidos, 4.049 votos
  • Oiapoque 57,44% dos votos válidos, 4.793 votos
  • Porto Grande 47,20% dos votos válidos, 3.460 votos
  • Pracuúba 42,57% dos votos válidos, 748 votos
  • Santana 48,53% dos votos válidos, 24.425 votos
  • Tartarugalzinho 47,53% dos votos válidos, 2.298 votos
  • Vitória do Jari 51,72% dos votos válidos, 3.080 votos

Quanto mais forte a cor, maior a parte dos votos válidos do município que foi para Camilo Capiberibe.

  • até 48%
  • de 48% a 50%
  • de 50% a 58%
  • mais de 58%
Votos: Tribunal Superior Eleitoral, votos por município de 2010, arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026. Contornos dos municípios da Malha Municipal de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, lida em 01/11/2026 e simplificada para o desenho.

Os 5 municípios com mais votos

  1. Macapá105.509 votos55,36% dos votos válidos da cidade
  2. Santana24.425 votos48,53% dos votos válidos da cidade
  3. Laranjal do Jari11.204 votos64,40% dos votos válidos da cidade
  4. Oiapoque4.793 votos57,44% dos votos válidos da cidade
  5. Mazagão4.049 votos48,89% dos votos válidos da cidade