Governo do Amazonas

Eduardo Braga

Cargo
Governador
Partido
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), na eleição de 2006
Estado
Amazonas
Períodos no governo
  • 01/01/2007 a 31/03/2010. Eleito em 2006. Renúncia.
  • 01/01/2003 a 31/12/2006. Eleito em 2002. Fim do mandato.

Aqui você vê os períodos de Eduardo Braga no governo do Amazonas, os números do estado em cada um e os votos que teve.

Ver a página do Amazonas

Fonte do partido e de cada período: Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2006; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2002. Lidas em 29/10/2026.

Siglas desta página (7)

PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro. PPS, Partido Popular Socialista. ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. CSV, valores separados por vírgula. TSE, Tribunal Superior Eleitoral.

O começo e o fim dos dois períodos ainda estão a confirmar em registro oficial.

Ver como começou e terminou cada período
  1. 01/01/2007 a 31/03/2010

    Eleito em 2006.

    Renúncia.

    Partido na eleição de 2006: PMDB.

    Dados da eleição de 2006: Tribunal Superior Eleitoral

  2. 01/01/2003 a 31/12/2006

    Eleito em 2002.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2002: Partido Popular Socialista (PPS).

    Dados da eleição de 2002: Tribunal Superior Eleitoral

Os números do Amazonas no governo de Eduardo Braga

Cada número do Amazonas ao lado do número do Brasil, do começo ao fim de cada período, e quem decide cada um.

Quanto custa encher o tanque?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Não há tabela de preços do governo: a Petrobras decide o preço nas suas refinarias, o governo federal pode mudar parte dos tributos federais e os estados decidem juntos o imposto estadual por litro.

Quem decide e as leis

Desde 2002 não há tabela de preços do governo para os combustíveis: refinarias, importadores, distribuidoras e postos definem os seus, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha e divulga os preços, sem fixá-los. A Petrobras, empresa em que o governo federal (a União) tem a maioria das ações com direito a voto, decide o preço que cobra nas suas refinarias, e o governo federal pode reduzir por decreto parte dos tributos federais sobre a gasolina e depois voltar a cobrá-los, até o limite da lei. O preço na bomba soma o preço nas refinarias, os tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados e do Distrito Federal, o etanol misturado à gasolina e as margens de distribuidoras e postos. Desde 2023, o ICMS da gasolina é um valor em reais por litro, o mesmo em todo o país, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

O que cabe ao governador

O governador não decide o preço nas refinarias nem os tributos federais sobre a gasolina, e o governo do estado não muda sozinho o ICMS dela: ele o decide em conjunto com os outros estados e o Distrito Federal.

Preço da gasolina. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, por litro, em reais do mês mais recente.

  1. Eduardo Braga

    01/01/2007 a 31/03/2010

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amazonas no período
    −12,0%
    Amazonas ao assumir
    R$ 7,31dez/2006
    Amazonas ao sair
    R$ 6,43mar/2010
    Brasil no período
    −13,5%
    Brasil ao assumir
    R$ 7,45dez/2006
    Brasil ao sair
    R$ 6,44mar/2010
  2. Eduardo Braga

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amazonas no período
    Sem dado
    Amazonas ao assumir
    Sem dado
    Amazonas ao sair
    R$ 7,31dez/2006

    Parte do período só na série anteriorDados parciais

    Brasil no período
    Sem dado
    Brasil ao assumir
    Sem dado
    Brasil ao sair
    R$ 7,45dez/2006

    Parte do período só na série anteriorDados parciais

Último dado: no Amazonas, R$ 7,26 por litro (set/2026); no Brasil, R$ 6,54 por litro (set/2026).

Amazonas e Brasil, até mar/2010  Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Levantamento de Preços de Combustíveis, série histórica mensal: gasolina comumÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), variação mensal, até set/2026  Banco Central do BrasilAtualizado em Baixar os dados em valores separados por vírgula (CSV), de cada estado e do Brasil, um valor por período

Valor em reais de cada mês, corrigido pelo IPCA (série 433) para os preços do último mês disponível, sem setembro de 2020, quando não houve pesquisa; em setembro de 2020 a pesquisa mudou de programa, e outubro de 2020 teve poucos postos pesquisados. Valores em preços de set/2026. Serve para corrigir o preço da gasolina pela inflação; é a mesma série que o indicador de inflação usa.

Qual é a taxa de desemprego?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide o desemprego sozinho: pesam as empresas, que contratam, o juro básico do Banco Central e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide o desemprego sozinho. Sobre ele pesam as decisões das empresas, que contratam, e o juro básico, que o Banco Central decide. Pesam também os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais. A Constituição põe a busca do pleno emprego entre os princípios da economia do país.

O que cabe ao governador

O governador não decide a taxa de desemprego nem as leis do trabalho, que são feitas pelo Congresso Nacional; para criar ou aumentar um imposto do estado é preciso lei aprovada pela Assembleia Legislativa, menos o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

Taxa de desemprego. Variação no período em pontos percentuais; ao assumir e ao sair, em % da força de trabalho. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Eduardo Braga

    01/01/2007 a 31/03/2010

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amazonas:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

  2. Eduardo Braga

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amazonas:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

Último dado: no Amazonas, 7,5% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, 5,4% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Quanto ganha, em média, quem trabalha?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide a renda sozinho: pesam os acordos entre empresas e trabalhadores, o salário mínimo fixado em lei, o juro básico e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide a renda do trabalho sozinho. Parte dela vem de acordos entre empresas e trabalhadores, que a Constituição reconhece, e o salário mínimo é fixado em lei, para o país todo. O juro básico, que o Banco Central decide, e os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais também pesam.

O que cabe ao governador

O governador propõe à Assembleia Legislativa o salário de quem trabalha no governo do estado e pode propor um piso salarial do estado, acima do mínimo nacional, para quem não tem piso em lei federal ou acordo coletivo; acima desse piso, o salário de quem trabalha nas empresas não é ele quem decide.

Renda média do trabalho. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, em reais do período mais recente. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Eduardo Braga

    01/01/2007 a 31/03/2010

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amazonas:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

  2. Eduardo Braga

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amazonas:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

Último dado: no Amazonas, R$ 2.771 (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, R$ 3.738 (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles.

Quem decide e as leis

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles. O governo federal tem a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com tarefas definidas na Constituição, e as cidades podem ter guardas municipais para proteger os seus bens, serviços e instalações. Desde 2018, a lei do Sistema Único de Segurança Pública prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e as cidades atuem em conjunto. A taxa de homicídios também muda com fatores que nenhum governo controla sozinho, segundo o Atlas da Violência.

O que cabe ao governador

O governador comanda a Polícia Militar, que faz o policiamento nas ruas, e a Polícia Civil, que investiga os crimes, menos os federais e os militares; as leis penais são feitas pelo Congresso Nacional, e a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são do governo federal.

Homicídios. Variação no período, ao assumir e ao sair, por 100 mil habitantes.

  1. Eduardo Braga

    01/01/2007 a 31/03/2010

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amazonas no período
    +4,9
    Amazonas ao assumir
    21,42006
    Amazonas ao sair
    26,32009

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

    Brasil no período
    +0,4
    Brasil ao assumir
    26,52006
    Brasil ao sair
    26,92009

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

  2. Eduardo Braga

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amazonas no período
    +4,2
    Amazonas ao assumir
    17,22002
    Amazonas ao sair
    21,42006
    Brasil no período
    −1,3
    Brasil ao assumir
    27,82002
    Brasil ao sair
    26,52006

Último dado: no Amazonas, 31,0 por 100 mil habitantes (2024); no Brasil, 20,0 por 100 mil habitantes (2024).

Amazonas e Brasil, até 2009  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Atlas da Violência, série 20: taxa de homicídios por unidade da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Série anual do Atlas da Violência por unidade da federação, pelo local de residência de quem morreu, divulgada com cerca de dois anos de atraso.

Ver todos os governadores desde 2003

Votos

Disputou sete eleições desde 2002.

  1. 2026

    Senador no Amazonas

    1.240.471 votos

    Eleito

  2. 2022

    Governador no Amazonas

    2º turno

    795.098 votos

    Não eleito

    No 1º turno: 401.817 votos, 21,01% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  3. 2018

    Senador no Amazonas

    607.286 votos

    Eleito

  4. 2014

    Governador no Amazonas

    2º turno

    696.465 votos

    Não eleito

    No 1º turno: 709.058 votos, 43,16% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  5. 2010

    Senador no Amazonas

    1.236.970 votos

    Eleito

  6. 2006

    Governador no Amazonas

    Ver de onde vieram os votos

    687.912 votos

    Eleito

  7. 2002

    Governador no Amazonas

    568.111 votos

    Eleito

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral  Ver na fonte: 2026, 2022, 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002  Baixar os dados (CSV)

Arquivos de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lidos em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.

Ver os arquivos do TSE de cada eleição
  • votacao_candidato_munzona_2026.zip: arquivo de 01/11/2026, lido em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.
  • votacao_candidato_munzona_2022.zip: arquivo de 01/11/2026, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2018.zip: arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2014.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2010.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2006.zip: arquivo de 13/05/2022, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2002.zip: arquivo de 18/03/2022, lido em 01/11/2026.

De onde vieram os votos em 2006, para governador

Pular o mapa
  • Alvarães 57,93% dos votos válidos, 2.656 votos
  • Amaturá 54,67% dos votos válidos, 1.311 votos
  • Anamã 62,26% dos votos válidos, 2.249 votos
  • Anori 48,91% dos votos válidos, 2.567 votos
  • Apuí 51,29% dos votos válidos, 2.674 votos
  • Atalaia do Norte 73,51% dos votos válidos, 1.992 votos
  • Autazes 68,27% dos votos válidos, 7.630 votos
  • Barcelos 52,26% dos votos válidos, 2.453 votos
  • Barreirinha 70,22% dos votos válidos, 6.525 votos
  • Benjamin Constant 86,90% dos votos válidos, 8.401 votos
  • Beruri 44,17% dos votos válidos, 1.974 votos
  • Boa Vista do Ramos 61,13% dos votos válidos, 3.323 votos
  • Boca do Acre 49,45% dos votos válidos, 5.073 votos
  • Borba 70,79% dos votos válidos, 7.395 votos
  • Caapiranga 85,35% dos votos válidos, 3.100 votos
  • Canutama 55,62% dos votos válidos, 1.889 votos
  • Carauari 75,79% dos votos válidos, 6.433 votos
  • Careiro 52,54% dos votos válidos, 5.444 votos
  • Careiro da Várzea 56,47% dos votos válidos, 5.033 votos
  • Coari 60,40% dos votos válidos, 15.696 votos
  • Codajás 60,72% dos votos válidos, 4.670 votos
  • Eirunepé 47,43% dos votos válidos, 4.623 votos
  • Envira 38,93% dos votos válidos, 2.037 votos
  • Fonte Boa 33,50% dos votos válidos, 2.395 votos
  • Guajará 40,10% dos votos válidos, 1.613 votos
  • Humaitá 66,90% dos votos válidos, 9.858 votos
  • Ipixuna 55,54% dos votos válidos, 2.448 votos
  • Iranduba 55,36% dos votos válidos, 8.106 votos
  • Itacoatiara 64,23% dos votos válidos, 24.222 votos
  • Itamarati 46,79% dos votos válidos, 1.305 votos
  • Itapiranga 63,56% dos votos válidos, 2.323 votos
  • Japurá 52,19% dos votos válidos, 786 votos
  • Juruá 53,90% dos votos válidos, 1.584 votos
  • Jutaí 53,66% dos votos válidos, 2.863 votos
  • Lábrea 55,87% dos votos válidos, 5.876 votos
  • Manacapuru 58,29% dos votos válidos, 20.468 votos
  • Manaquiri 63,09% dos votos válidos, 3.993 votos
  • Manaus 45,45% dos votos válidos, 372.538 votos
  • Manicoré 56,34% dos votos válidos, 7.651 votos
  • Maraã 58,87% dos votos válidos, 2.028 votos
  • Maués 51,39% dos votos válidos, 8.972 votos
  • Nhamundá 62,75% dos votos válidos, 4.695 votos
  • Nova Olinda do Norte 64,21% dos votos válidos, 4.931 votos
  • Novo Airão 47,77% dos votos válidos, 2.107 votos
  • Novo Aripuanã 62,82% dos votos válidos, 3.884 votos
  • Parintins 50,76% dos votos válidos, 18.826 votos
  • Pauini 48,07% dos votos válidos, 2.188 votos
  • Presidente Figueiredo 47,95% dos votos válidos, 4.649 votos
  • Rio Preto da Eva 51,57% dos votos válidos, 4.059 votos
  • Santa Isabel do Rio Negro 49,89% dos votos válidos, 1.577 votos
  • Santo Antônio do Içá 65,67% dos votos válidos, 3.805 votos
  • São Gabriel da Cachoeira 67,90% dos votos válidos, 9.047 votos
  • São Paulo de Olivença 65,76% dos votos válidos, 5.121 votos
  • São Sebastião do Uatumã 54,60% dos votos válidos, 1.702 votos
  • Silves 52,53% dos votos válidos, 2.038 votos
  • Tabatinga 59,01% dos votos válidos, 8.242 votos
  • Tapauá 71,24% dos votos válidos, 4.254 votos
  • Tefé 58,93% dos votos válidos, 11.285 votos
  • Tonantins 59,27% dos votos válidos, 2.317 votos
  • Uarini 57,64% dos votos válidos, 1.834 votos
  • Urucará 56,77% dos votos válidos, 3.620 votos
  • Urucurituba 55,88% dos votos válidos, 3.554 votos

Quanto mais forte a cor, maior a parte dos votos válidos do município que foi para Eduardo Braga.

  • até 50%
  • de 50% a 55%
  • de 55% a 65%
  • mais de 65%
Votos: Tribunal Superior Eleitoral, votos por município de 2006, arquivo de 13/05/2022, lido em 01/11/2026. Contornos dos municípios da Malha Municipal de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, lida em 01/11/2026 e simplificada para o desenho.

Os 5 municípios com mais votos

  1. Manaus372.538 votos45,45% dos votos válidos da cidade
  2. Itacoatiara24.222 votos64,23% dos votos válidos da cidade
  3. Manacapuru20.468 votos58,29% dos votos válidos da cidade
  4. Parintins18.826 votos50,76% dos votos válidos da cidade
  5. Coari15.696 votos60,40% dos votos válidos da cidade