Governo do Amazonas

José Melo

Cargo
Governador
Partido
Partido Republicano da Ordem Social (PROS), na eleição de 2014
Estado
Amazonas
Períodos no governo
  • 01/01/2015 a 09/05/2017. Eleito em 2014. Mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
  • 04/04/2014 a 31/12/2014. Eleito vice-governador em 2010, assumiu o governo. Fim do mandato.

Aqui você vê os períodos de José Melo no governo do Amazonas, os números do estado em cada um e os votos que teve.

Ver a página do Amazonas

Fonte do partido e de cada período: Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2014; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2010. Lidas em 29/10/2026.

Siglas desta página (9)

PROS, Partido Republicano da Ordem Social. TSE, Tribunal Superior Eleitoral. PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro. ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. CSV, valores separados por vírgula. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. SIDRA, Sistema IBGE de Recuperação Automática.

O começo e o fim dos dois períodos ainda estão a confirmar em registro oficial.

Ver como começou e terminou cada período
  1. 01/01/2015 a 09/05/2017

    Eleito em 2014.

    Mandato cassado pelo TSE.

    Partido na eleição de 2014: PROS.

    Dados da eleição de 2014: Tribunal Superior EleitoralRegistro do fim do período: Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas

  2. 04/04/2014 a 31/12/2014

    Eleito vice-governador em 2010, assumiu o governo, no lugar de Omar Aziz.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2010: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

    Dados da eleição de 2010: Tribunal Superior Eleitoral

Os números do Amazonas no governo de José Melo

Cada número do Amazonas ao lado do número do Brasil, do começo ao fim de cada período, e quem decide cada um.

Quanto custa encher o tanque?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Não há tabela de preços do governo: a Petrobras decide o preço nas suas refinarias, o governo federal pode mudar parte dos tributos federais e os estados decidem juntos o imposto estadual por litro.

Quem decide e as leis

Desde 2002 não há tabela de preços do governo para os combustíveis: refinarias, importadores, distribuidoras e postos definem os seus, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha e divulga os preços, sem fixá-los. A Petrobras, empresa em que o governo federal (a União) tem a maioria das ações com direito a voto, decide o preço que cobra nas suas refinarias, e o governo federal pode reduzir por decreto parte dos tributos federais sobre a gasolina e depois voltar a cobrá-los, até o limite da lei. O preço na bomba soma o preço nas refinarias, os tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados e do Distrito Federal, o etanol misturado à gasolina e as margens de distribuidoras e postos. Desde 2023, o ICMS da gasolina é um valor em reais por litro, o mesmo em todo o país, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

O que cabe ao governador

O governador não decide o preço nas refinarias nem os tributos federais sobre a gasolina, e o governo do estado não muda sozinho o ICMS dela: ele o decide em conjunto com os outros estados e o Distrito Federal.

Preço da gasolina. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, por litro, em reais do mês mais recente.

  1. José Melo

    01/01/2015 a 09/05/2017

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amazonas no período
    −1,3%
    Amazonas ao assumir
    R$ 6,23dez/2014
    Amazonas ao sair
    R$ 6,15abr/2017
    Brasil no período
    +0,8%
    Brasil ao assumir
    R$ 5,75dez/2014
    Brasil ao sair
    R$ 5,79abr/2017
  2. José Melo

    04/04/2014 a 31/12/2014

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amazonas no período
    +2,1%
    Amazonas ao assumir
    R$ 6,11mar/2014
    Amazonas ao sair
    R$ 6,23dez/2014
    Brasil no período
    −2,3%
    Brasil ao assumir
    R$ 5,88mar/2014
    Brasil ao sair
    R$ 5,75dez/2014

Último dado: no Amazonas, R$ 7,26 por litro (set/2026); no Brasil, R$ 6,54 por litro (set/2026).

Amazonas e Brasil, até abr/2017  Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Levantamento de Preços de Combustíveis, série histórica mensal: gasolina comumÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), variação mensal, até set/2026  Banco Central do BrasilAtualizado em Baixar os dados em valores separados por vírgula (CSV), de cada estado e do Brasil, um valor por período

Valor em reais de cada mês, corrigido pelo IPCA (série 433) para os preços do último mês disponível, sem setembro de 2020, quando não houve pesquisa; em setembro de 2020 a pesquisa mudou de programa, e outubro de 2020 teve poucos postos pesquisados. Valores em preços de set/2026. Serve para corrigir o preço da gasolina pela inflação; é a mesma série que o indicador de inflação usa.

Qual é a taxa de desemprego?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide o desemprego sozinho: pesam as empresas, que contratam, o juro básico do Banco Central e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide o desemprego sozinho. Sobre ele pesam as decisões das empresas, que contratam, e o juro básico, que o Banco Central decide. Pesam também os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais. A Constituição põe a busca do pleno emprego entre os princípios da economia do país.

O que cabe ao governador

O governador não decide a taxa de desemprego nem as leis do trabalho, que são feitas pelo Congresso Nacional; para criar ou aumentar um imposto do estado é preciso lei aprovada pela Assembleia Legislativa, menos o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

Taxa de desemprego. Variação no período em pontos percentuais; ao assumir e ao sair, em % da força de trabalho. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. José Melo

    01/01/2015 a 09/05/2017

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amazonas no período
    +5,4 pontos
    Amazonas ao assumir
    9,72015
    Amazonas ao sair
    15,1abr/2016 a mar/2017

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

    Brasil no período
    +3,7 pontos
    Brasil ao assumir
    8,62015
    Brasil ao sair
    12,3abr/2016 a mar/2017

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

  2. José Melo

    04/04/2014 a 31/12/2014

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amazonas:

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

    Brasil:

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

Último dado: no Amazonas, 7,5% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, 5,4% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Amazonas e Brasil, até o trimestre de jan/2017 a mar/2017  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 4099 do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA): taxa de desocupação por trimestre, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Cada valor é a taxa de um trimestre do calendário, sem ajuste sazonal, e o número é menos preciso nos estados com amostra pequena e, em proporção à taxa, onde a taxa é baixa.

Quanto ganha, em média, quem trabalha?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide a renda sozinho: pesam os acordos entre empresas e trabalhadores, o salário mínimo fixado em lei, o juro básico e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide a renda do trabalho sozinho. Parte dela vem de acordos entre empresas e trabalhadores, que a Constituição reconhece, e o salário mínimo é fixado em lei, para o país todo. O juro básico, que o Banco Central decide, e os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais também pesam.

O que cabe ao governador

O governador propõe à Assembleia Legislativa o salário de quem trabalha no governo do estado e pode propor um piso salarial do estado, acima do mínimo nacional, para quem não tem piso em lei federal ou acordo coletivo; acima desse piso, o salário de quem trabalha nas empresas não é ele quem decide.

Renda média do trabalho. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, em reais do período mais recente. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. José Melo

    01/01/2015 a 09/05/2017

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amazonas no período
    −8,5%
    Amazonas ao assumir
    R$ 2.7442015
    Amazonas ao sair
    R$ 2.510abr/2016 a mar/2017

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

    Brasil no período
    −1,6%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.2962015
    Brasil ao sair
    R$ 3.242abr/2016 a mar/2017

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

  2. José Melo

    04/04/2014 a 31/12/2014

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amazonas:

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

    Brasil:

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

Último dado: no Amazonas, R$ 2.771 (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, R$ 3.738 (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Amazonas e Brasil, até o trimestre de jan/2017 a mar/2017  IBGE, tabela 5436 do SIDRA: rendimento médio mensal real habitual do trabalho, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

A tabela não tem dados do segundo trimestre de 2020 ao primeiro trimestre de 2022, e os valores são revistos a cada divulgação.

Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?

No Amazonas e no Brasil

Quem decide

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles.

Quem decide e as leis

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles. O governo federal tem a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com tarefas definidas na Constituição, e as cidades podem ter guardas municipais para proteger os seus bens, serviços e instalações. Desde 2018, a lei do Sistema Único de Segurança Pública prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e as cidades atuem em conjunto. A taxa de homicídios também muda com fatores que nenhum governo controla sozinho, segundo o Atlas da Violência.

O que cabe ao governador

O governador comanda a Polícia Militar, que faz o policiamento nas ruas, e a Polícia Civil, que investiga os crimes, menos os federais e os militares; as leis penais são feitas pelo Congresso Nacional, e a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são do governo federal.

Homicídios. Variação no período, ao assumir e ao sair, por 100 mil habitantes.

  1. José Melo

    01/01/2015 a 09/05/2017

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amazonas no período
    +5,2
    Amazonas ao assumir
    31,92013
    Amazonas ao sair
    37,12016

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

    Brasil no período
    +1,9
    Brasil ao assumir
    28,82013
    Brasil ao sair
    30,72016

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

  2. José Melo

    04/04/2014 a 31/12/2014

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amazonas no período
    Sem dado
    Amazonas ao assumir
    31,92013
    Amazonas ao sair
    Sem dado

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

    Brasil no período
    Sem dado
    Brasil ao assumir
    28,82013
    Brasil ao sair
    Sem dado

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da contaSem dado

Último dado: no Amazonas, 31,0 por 100 mil habitantes (2024); no Brasil, 20,0 por 100 mil habitantes (2024).

Amazonas e Brasil, até 2016  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Atlas da Violência, série 20: taxa de homicídios por unidade da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Série anual do Atlas da Violência por unidade da federação, pelo local de residência de quem morreu, divulgada com cerca de dois anos de atraso.

Ver todos os governadores desde 2003

Votos

Disputou uma eleição desde 2002, a de 2014.

  1. 2014

    Governador no Amazonas

    2º turno

    Ver de onde vieram os votos

    869.992 votos

    Eleito

    No 1º turno: 707.151 votos, 43,04% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral  Ver na fonte  Baixar os dados (CSV)

Arquivos de votos do TSE lidos em 01/11/2026.

Ver os arquivos do TSE de cada eleição
  • votacao_candidato_munzona_2014.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.

De onde vieram os votos no 2º turno de 2014, para governador

Pular o mapa
  • Alvarães 49,50% dos votos válidos, 3.044 votos
  • Amaturá 49,50% dos votos válidos, 1.696 votos
  • Anamã 52,74% dos votos válidos, 2.393 votos
  • Anori 56,76% dos votos válidos, 3.352 votos
  • Apuí 66,88% dos votos válidos, 3.739 votos
  • Atalaia do Norte 42,11% dos votos válidos, 1.729 votos
  • Autazes 42,49% dos votos válidos, 5.952 votos
  • Barcelos 70,96% dos votos válidos, 3.440 votos
  • Barreirinha 48,76% dos votos válidos, 5.081 votos
  • Benjamin Constant 33,23% dos votos válidos, 4.323 votos
  • Beruri 54,84% dos votos válidos, 3.785 votos
  • Boa Vista do Ramos 46,04% dos votos válidos, 2.766 votos
  • Boca do Acre 48,37% dos votos válidos, 5.860 votos
  • Borba 50,36% dos votos válidos, 5.852 votos
  • Caapiranga 57,25% dos votos válidos, 2.579 votos
  • Canutama 37,55% dos votos válidos, 1.628 votos
  • Carauari 53,12% dos votos válidos, 5.738 votos
  • Careiro 55,87% dos votos válidos, 7.291 votos
  • Careiro da Várzea 63,24% dos votos válidos, 5.951 votos
  • Coari 50,60% dos votos válidos, 14.754 votos
  • Codajás 53,19% dos votos válidos, 4.581 votos
  • Eirunepé 63,26% dos votos válidos, 6.855 votos
  • Envira 60,25% dos votos válidos, 3.783 votos
  • Fonte Boa 56,66% dos votos válidos, 5.038 votos
  • Guajará 44,36% dos votos válidos, 2.094 votos
  • Humaitá 57,51% dos votos válidos, 9.999 votos
  • Ipixuna 51,58% dos votos válidos, 3.001 votos
  • Iranduba 52,07% dos votos válidos, 8.954 votos
  • Itacoatiara 51,42% dos votos válidos, 21.491 votos
  • Itamarati 68,60% dos votos válidos, 2.582 votos
  • Itapiranga 51,94% dos votos válidos, 2.480 votos
  • Japurá 37,20% dos votos válidos, 949 votos
  • Juruá 57,53% dos votos válidos, 2.235 votos
  • Jutaí 56,92% dos votos válidos, 3.683 votos
  • Lábrea 34,51% dos votos válidos, 4.437 votos
  • Manacapuru 52,82% dos votos válidos, 21.009 votos
  • Manaquiri 36,20% dos votos válidos, 2.779 votos
  • Manaus 59,05% dos votos válidos, 545.052 votos
  • Manicoré 62,98% dos votos válidos, 10.386 votos
  • Maraã 50,85% dos votos válidos, 2.615 votos
  • Maués 48,01% dos votos válidos, 8.819 votos
  • Nhamundá 52,50% dos votos válidos, 4.345 votos
  • Nova Olinda do Norte 56,41% dos votos válidos, 5.497 votos
  • Novo Airão 60,00% dos votos válidos, 3.340 votos
  • Novo Aripuanã 70,45% dos votos válidos, 4.584 votos
  • Parintins 41,92% dos votos válidos, 17.273 votos
  • Pauini 38,63% dos votos válidos, 1.990 votos
  • Presidente Figueiredo 55,29% dos votos válidos, 6.976 votos
  • Rio Preto da Eva 63,88% dos votos válidos, 5.726 votos
  • Santa Isabel do Rio Negro 27,52% dos votos válidos, 989 votos
  • Santo Antônio do Içá 54,97% dos votos válidos, 4.439 votos
  • São Gabriel da Cachoeira 42,76% dos votos válidos, 7.077 votos
  • São Paulo de Olivença 55,35% dos votos válidos, 5.885 votos
  • São Sebastião do Uatumã 53,69% dos votos válidos, 1.951 votos
  • Silves 39,09% dos votos válidos, 1.726 votos
  • Tabatinga 43,52% dos votos válidos, 8.272 votos
  • Tapauá 32,75% dos votos válidos, 2.141 votos
  • Tefé 48,42% dos votos válidos, 11.843 votos
  • Tonantins 46,08% dos votos válidos, 2.636 votos
  • Uarini 54,80% dos votos válidos, 2.601 votos
  • Urucará 51,20% dos votos válidos, 3.791 votos
  • Urucurituba 42,37% dos votos válidos, 3.135 votos

Quanto mais forte a cor, maior a parte dos votos válidos do município que foi para José Melo.

  • até 40%
  • de 40% a 50%
  • de 50% a 60%
  • mais de 60%
Votos: Tribunal Superior Eleitoral, votos por município de 2014, arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026. Contornos dos municípios da Malha Municipal de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, lida em 01/11/2026 e simplificada para o desenho.

Os 5 municípios com mais votos

  1. Manaus545.052 votos59,05% dos votos válidos da cidade
  2. Itacoatiara21.491 votos51,42% dos votos válidos da cidade
  3. Manacapuru21.009 votos52,82% dos votos válidos da cidade
  4. Parintins17.273 votos41,92% dos votos válidos da cidade
  5. Coari14.754 votos50,60% dos votos válidos da cidade