Governo de Mato Grosso do Sul

Reinaldo Azambuja

Cargo
Governador
Partido
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), na eleição de 2018
Períodos no governo
  • 01/01/2019 a 31/12/2022. Eleito em 2018. Fim do mandato.
  • 01/01/2015 a 31/12/2018. Eleito em 2014. Fim do mandato.

Aqui você vê os períodos de Reinaldo Azambuja no governo de Mato Grosso do Sul, os números do estado em cada um e os votos que teve.

Ver a página de Mato Grosso do Sul

Fonte do partido e de cada período: Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2018; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2014. Lidas em 29/10/2026.

Siglas desta página (8)

PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira. ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. CSV, valores separados por vírgula. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. SIDRA, Sistema IBGE de Recuperação Automática. TSE, Tribunal Superior Eleitoral.

O começo e o fim dos dois períodos ainda estão a confirmar em registro oficial.

Ver como começou e terminou cada período
  1. 01/01/2019 a 31/12/2022

    Eleito em 2018.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2018: PSDB.

    Dados da eleição de 2018: Tribunal Superior Eleitoral

  2. 01/01/2015 a 31/12/2018

    Eleito em 2014.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2014: PSDB.

    Dados da eleição de 2014: Tribunal Superior Eleitoral

Os números de Mato Grosso do Sul no governo de Reinaldo Azambuja

Cada número de Mato Grosso do Sul ao lado do número do Brasil, do começo ao fim de cada período, e quem decide cada um.

Quanto custa encher o tanque?

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil

Quem decide

Não há tabela de preços do governo: a Petrobras decide o preço nas suas refinarias, o governo federal pode mudar parte dos tributos federais e os estados decidem juntos o imposto estadual por litro.

Quem decide e as leis

Desde 2002 não há tabela de preços do governo para os combustíveis: refinarias, importadores, distribuidoras e postos definem os seus, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha e divulga os preços, sem fixá-los. A Petrobras, empresa em que o governo federal (a União) tem a maioria das ações com direito a voto, decide o preço que cobra nas suas refinarias, e o governo federal pode reduzir por decreto parte dos tributos federais sobre a gasolina e depois voltar a cobrá-los, até o limite da lei. O preço na bomba soma o preço nas refinarias, os tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados e do Distrito Federal, o etanol misturado à gasolina e as margens de distribuidoras e postos. Desde 2023, o ICMS da gasolina é um valor em reais por litro, o mesmo em todo o país, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

O que cabe ao governador

O governador não decide o preço nas refinarias nem os tributos federais sobre a gasolina, e o governo do estado não muda sozinho o ICMS dela: ele o decide em conjunto com os outros estados e o Distrito Federal.

Preço da gasolina. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, por litro, em reais do mês mais recente.

  1. Reinaldo Azambuja

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Mato Grosso do Sul no período
    −9,6%
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    R$ 6,23dez/2018
    Mato Grosso do Sul ao sair
    R$ 5,63dez/2022

    Com lacuna

    Brasil no período
    −10,3%
    Brasil ao assumir
    R$ 6,59dez/2018
    Brasil ao sair
    R$ 5,91dez/2022

    Com lacuna

  2. Reinaldo Azambuja

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Mato Grosso do Sul no período
    +5,1%
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    R$ 5,93dez/2014
    Mato Grosso do Sul ao sair
    R$ 6,23dez/2018
    Brasil no período
    +14,6%
    Brasil ao assumir
    R$ 5,75dez/2014
    Brasil ao sair
    R$ 6,59dez/2018

Último dado: em Mato Grosso do Sul, R$ 6,41 por litro (set/2026); no Brasil, R$ 6,54 por litro (set/2026). Sem dado em set/2020.

Mato Grosso do Sul e Brasil, até dez/2022  Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Levantamento de Preços de Combustíveis, série histórica mensal: gasolina comumÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), variação mensal, até set/2026  Banco Central do BrasilAtualizado em Baixar os dados em valores separados por vírgula (CSV), de cada estado e do Brasil, um valor por período

Valor em reais de cada mês, corrigido pelo IPCA (série 433) para os preços do último mês disponível, sem setembro de 2020, quando não houve pesquisa; em setembro de 2020 a pesquisa mudou de programa, e outubro de 2020 teve poucos postos pesquisados. Valores em preços de set/2026. Serve para corrigir o preço da gasolina pela inflação; é a mesma série que o indicador de inflação usa.

Qual é a taxa de desemprego?

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide o desemprego sozinho: pesam as empresas, que contratam, o juro básico do Banco Central e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide o desemprego sozinho. Sobre ele pesam as decisões das empresas, que contratam, e o juro básico, que o Banco Central decide. Pesam também os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais. A Constituição põe a busca do pleno emprego entre os princípios da economia do país.

O que cabe ao governador

O governador não decide a taxa de desemprego nem as leis do trabalho, que são feitas pelo Congresso Nacional; para criar ou aumentar um imposto do estado é preciso lei aprovada pela Assembleia Legislativa, menos o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

Taxa de desemprego. Variação no período em pontos percentuais; ao assumir e ao sair, em % da força de trabalho. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Reinaldo Azambuja

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Mato Grosso do Sul no período
    −3,1 pontos
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    8,12019
    Mato Grosso do Sul ao sair
    5,02022
    Brasil no período
    −2,7 pontos
    Brasil ao assumir
    12,02019
    Brasil ao sair
    9,32022
  2. Reinaldo Azambuja

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Mato Grosso do Sul no período
    +1,4 ponto
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    6,22015
    Mato Grosso do Sul ao sair
    7,62018
    Brasil no período
    +3,8 pontos
    Brasil ao assumir
    8,62015
    Brasil ao sair
    12,42018

Último dado: em Mato Grosso do Sul, 2,7% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, 5,4% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Mato Grosso do Sul e Brasil, até o trimestre de out/2022 a dez/2022  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 4099 do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA): taxa de desocupação por trimestre, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Cada valor é a taxa de um trimestre do calendário, sem ajuste sazonal, e o número é menos preciso nos estados com amostra pequena e, em proporção à taxa, onde a taxa é baixa.

Quanto ganha, em média, quem trabalha?

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide a renda sozinho: pesam os acordos entre empresas e trabalhadores, o salário mínimo fixado em lei, o juro básico e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide a renda do trabalho sozinho. Parte dela vem de acordos entre empresas e trabalhadores, que a Constituição reconhece, e o salário mínimo é fixado em lei, para o país todo. O juro básico, que o Banco Central decide, e os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais também pesam.

O que cabe ao governador

O governador propõe à Assembleia Legislativa o salário de quem trabalha no governo do estado e pode propor um piso salarial do estado, acima do mínimo nacional, para quem não tem piso em lei federal ou acordo coletivo; acima desse piso, o salário de quem trabalha nas empresas não é ele quem decide.

Renda média do trabalho. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, em reais do período mais recente. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Reinaldo Azambuja

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Mato Grosso do Sul no período
    +1,7%
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    R$ 3.4642019
    Mato Grosso do Sul ao sair
    R$ 3.523jan/2020 a mar/2020 e abr/2022 a dez/2022

    Com lacuna

    Brasil no período
    −2,0%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.3402019
    Brasil ao sair
    R$ 3.272jan/2020 a mar/2020 e abr/2022 a dez/2022

    Com lacuna

  2. Reinaldo Azambuja

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Mato Grosso do Sul no período
    +9,8%
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    R$ 3.1472015
    Mato Grosso do Sul ao sair
    R$ 3.4562018
    Brasil no período
    +1,0%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.2962015
    Brasil ao sair
    R$ 3.3282018

Último dado: em Mato Grosso do Sul, R$ 3.840 (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, R$ 3.738 (trimestre de abr/2026 a jun/2026). Sem dado de abr/2020 a mar/2022.

Mato Grosso do Sul e Brasil, até o trimestre de out/2022 a dez/2022  IBGE, tabela 5436 do SIDRA: rendimento médio mensal real habitual do trabalho, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

A tabela não tem dados do segundo trimestre de 2020 ao primeiro trimestre de 2022, e os valores são revistos a cada divulgação.

Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil

Quem decide

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles.

Quem decide e as leis

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles. O governo federal tem a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com tarefas definidas na Constituição, e as cidades podem ter guardas municipais para proteger os seus bens, serviços e instalações. Desde 2018, a lei do Sistema Único de Segurança Pública prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e as cidades atuem em conjunto. A taxa de homicídios também muda com fatores que nenhum governo controla sozinho, segundo o Atlas da Violência.

O que cabe ao governador

O governador comanda a Polícia Militar, que faz o policiamento nas ruas, e a Polícia Civil, que investiga os crimes, menos os federais e os militares; as leis penais são feitas pelo Congresso Nacional, e a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são do governo federal.

Homicídios. Variação no período, ao assumir e ao sair, por 100 mil habitantes.

  1. Reinaldo Azambuja

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Mato Grosso do Sul no período
    −1,5
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    20,82018
    Mato Grosso do Sul ao sair
    19,32022
    Brasil no período
    −6,1
    Brasil ao assumir
    28,12018
    Brasil ao sair
    22,02022
  2. Reinaldo Azambuja

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Mato Grosso do Sul no período
    −5,9
    Mato Grosso do Sul ao assumir
    26,72014
    Mato Grosso do Sul ao sair
    20,82018
    Brasil no período
    −2,0
    Brasil ao assumir
    30,12014
    Brasil ao sair
    28,12018

Último dado: em Mato Grosso do Sul, 17,9 por 100 mil habitantes (2024); no Brasil, 20,0 por 100 mil habitantes (2024).

Mato Grosso do Sul e Brasil, até 2022  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Atlas da Violência, série 20: taxa de homicídios por unidade da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Série anual do Atlas da Violência por unidade da federação, pelo local de residência de quem morreu, divulgada com cerca de dois anos de atraso.

Ver todos os governadores desde 2003

Votos

Para governador, teve 677.310 votos no 2º turno de 2018, menos que os 741.516 do 2º turno de 2014. No 1º turno, teve 576.993, mais que os 516.744 de 2014.

Desde 2002, disputou quatro eleições: duas para governador, uma para senador e uma para deputado federal.

  1. 2026

    Senador em Mato Grosso do Sul

    903.554 votos

    Eleito

  2. 2018

    Governador em Mato Grosso do Sul

    2º turno

    Ver de onde vieram os votos

    677.310 votos

    Eleito

    No 1º turno: 576.993 votos, 44,61% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  3. 2014

    Governador em Mato Grosso do Sul

    2º turno

    741.516 votos

    Eleito

    No 1º turno: 516.744 votos, 39,09% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  4. 2010

    Deputado federal em Mato Grosso do Sul

    122.213 votos

    Eleito

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral  Ver na fonte: 2026, 2018, 2014 e 2010  Baixar os dados (CSV)

Arquivos de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lidos em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.

Ver os arquivos do TSE de cada eleição
  • votacao_candidato_munzona_2026.zip: arquivo de 01/11/2026, lido em 01/11/2026. O TSE ainda atualizava a contagem de 2026 quando o arquivo foi lido.
  • votacao_candidato_munzona_2018.zip: arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2014.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2010.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.

De onde vieram os votos no 2º turno de 2018, para governador

Pular o mapa
  • Água Clara 56,24% dos votos válidos, 3.690 votos
  • Alcinópolis 54,61% dos votos válidos, 1.185 votos
  • Amambai 71,07% dos votos válidos, 12.104 votos
  • Anastácio 47,75% dos votos válidos, 5.606 votos
  • Anaurilândia 46,76% dos votos válidos, 1.759 votos
  • Angélica 50,55% dos votos válidos, 2.779 votos
  • Antônio João 52,32% dos votos válidos, 2.423 votos
  • Aparecida do Taboado 43,51% dos votos válidos, 4.736 votos
  • Aquidauana 52,19% dos votos válidos, 11.244 votos
  • Aral Moreira 62,95% dos votos válidos, 2.953 votos
  • Bandeirantes 53,47% dos votos válidos, 2.104 votos
  • Bataguassu 56,32% dos votos válidos, 6.115 votos
  • Batayporã 46,08% dos votos válidos, 2.458 votos
  • Bela Vista 69,09% dos votos válidos, 7.147 votos
  • Bodoquena 50,22% dos votos válidos, 2.089 votos
  • Bonito 55,08% dos votos válidos, 6.218 votos
  • Brasilândia 60,24% dos votos válidos, 3.310 votos
  • Caarapó 55,29% dos votos válidos, 7.488 votos
  • Camapuã 44,82% dos votos válidos, 3.170 votos
  • Campo Grande 53,11% dos votos válidos, 243.742 votos
  • Caracol 63,34% dos votos válidos, 1.854 votos
  • Cassilândia 58,69% dos votos válidos, 5.775 votos
  • Chapadão do Sul 62,58% dos votos válidos, 6.895 votos
  • Corguinho 61,36% dos votos válidos, 1.434 votos
  • Coronel Sapucaia 64,06% dos votos válidos, 4.324 votos
  • Corumbá 52,01% dos votos válidos, 23.744 votos
  • Costa Rica 39,46% dos votos válidos, 4.748 votos
  • Coxim 36,88% dos votos válidos, 5.655 votos
  • Deodápolis 41,01% dos votos válidos, 2.662 votos
  • Dois Irmãos do Buriti 56,64% dos votos válidos, 2.973 votos
  • Douradina 69,56% dos votos válidos, 2.214 votos
  • Dourados 49,46% dos votos válidos, 54.055 votos
  • Eldorado 52,99% dos votos válidos, 2.870 votos
  • Fátima do Sul 57,91% dos votos válidos, 6.492 votos
  • Figueirão 50,57% dos votos válidos, 803 votos
  • Glória de Dourados 42,54% dos votos válidos, 2.194 votos
  • Guia Lopes da Laguna 49,30% dos votos válidos, 2.364 votos
  • Iguatemi 53,20% dos votos válidos, 3.364 votos
  • Inocência 53,94% dos votos válidos, 1.942 votos
  • Itaporã 56,43% dos votos válidos, 5.342 votos
  • Itaquiraí 48,90% dos votos válidos, 3.929 votos
  • Ivinhema 45,62% dos votos válidos, 5.879 votos
  • Japorã 78,75% dos votos válidos, 2.901 votos
  • Jaraguari 61,17% dos votos válidos, 1.980 votos
  • Jardim 48,30% dos votos válidos, 5.640 votos
  • Jateí 58,10% dos votos válidos, 1.442 votos
  • Juti 62,07% dos votos válidos, 2.080 votos
  • Ladário 50,41% dos votos válidos, 4.308 votos
  • Laguna Carapã 60,13% dos votos válidos, 2.066 votos
  • Maracaju 55,42% dos votos válidos, 10.861 votos
  • Miranda 57,41% dos votos válidos, 7.149 votos
  • Mundo Novo 54,22% dos votos válidos, 4.866 votos
  • Naviraí 46,92% dos votos válidos, 10.772 votos
  • Nioaque 68,88% dos votos válidos, 4.673 votos
  • Nova Alvorada do Sul 52,95% dos votos válidos, 4.758 votos
  • Nova Andradina 49,40% dos votos válidos, 10.633 votos
  • Novo Horizonte do Sul 37,78% dos votos válidos, 946 votos
  • Paraíso das Águas 63,72% dos votos válidos, 1.421 votos
  • Paranaíba 34,93% dos votos válidos, 6.826 votos
  • Paranhos 61,82% dos votos válidos, 3.151 votos
  • Pedro Gomes 44,20% dos votos válidos, 1.651 votos
  • Ponta Porã 56,46% dos votos válidos, 23.496 votos
  • Porto Murtinho 53,44% dos votos válidos, 2.431 votos
  • Ribas do Rio Pardo 49,79% dos votos válidos, 4.235 votos
  • Rio Brilhante 47,12% dos votos válidos, 8.021 votos
  • Rio Negro 51,46% dos votos válidos, 1.307 votos
  • Rio Verde de Mato Grosso 55,68% dos votos válidos, 4.970 votos
  • Rochedo 56,94% dos votos válidos, 1.513 votos
  • Santa Rita do Pardo 52,98% dos votos válidos, 1.500 votos
  • São Gabriel do Oeste 54,49% dos votos válidos, 7.101 votos
  • Sete Quedas 74,77% dos votos válidos, 3.589 votos
  • Selvíria 65,28% dos votos válidos, 2.380 votos
  • Sidrolândia 49,90% dos votos válidos, 10.246 votos
  • Sonora 32,07% dos votos válidos, 2.256 votos
  • Tacuru 62,45% dos votos válidos, 2.646 votos
  • Taquarussu 77,81% dos votos válidos, 1.715 votos
  • Terenos 54,10% dos votos válidos, 4.751 votos
  • Três Lagoas 43,56% dos votos válidos, 20.934 votos
  • Vicentina 57,83% dos votos válidos, 2.263 votos

Quanto mais forte a cor, maior a parte dos votos válidos do município que foi para Reinaldo Azambuja.

  • até 50%
  • de 50% a 55%
  • de 55% a 60%
  • mais de 60%
Votos: Tribunal Superior Eleitoral, votos por município de 2018, arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026. Contornos dos municípios da Malha Municipal de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, lida em 01/11/2026 e simplificada para o desenho.

Os 5 municípios com mais votos

  1. Campo Grande243.742 votos53,11% dos votos válidos da cidade
  2. Dourados54.055 votos49,46% dos votos válidos da cidade
  3. Corumbá23.744 votos52,01% dos votos válidos da cidade
  4. Ponta Porã23.496 votos56,46% dos votos válidos da cidade
  5. Três Lagoas20.934 votos43,56% dos votos válidos da cidade