Governo do Amapá

Waldez Góes

Cargo
Governador
Partido
Partido Democrático Trabalhista (PDT), na eleição de 2018
Estado
Amapá
Períodos no governo
  • 01/01/2019 a 31/12/2022. Eleito em 2018. Fim do mandato.
  • 01/01/2015 a 31/12/2018. Eleito em 2014. Fim do mandato.
  • 01/01/2007 a 02/04/2010. Eleito em 2006. Renúncia.
  • 01/01/2003 a 31/12/2006. Eleito em 2002. Fim do mandato.

Aqui você vê os períodos de Waldez Góes no governo do Amapá, os números do estado em cada um e os votos que teve.

Ver a página do Amapá

Fonte do partido e de cada período: Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2018; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2014; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2006; Tribunal Superior Eleitoral, candidatos de 2002. Lidas em 29/10/2026.

Siglas desta página (8)

PDT, Partido Democrático Trabalhista. ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. CSV, valores separados por vírgula. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. SIDRA, Sistema IBGE de Recuperação Automática. TSE, Tribunal Superior Eleitoral.

O começo e o fim dos quatro períodos ainda estão a confirmar em registro oficial.

Ver como começou e terminou cada período
  1. 01/01/2019 a 31/12/2022

    Eleito em 2018.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2018: PDT.

    Dados da eleição de 2018: Tribunal Superior Eleitoral

  2. 01/01/2015 a 31/12/2018

    Eleito em 2014.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2014: PDT.

    Dados da eleição de 2014: Tribunal Superior Eleitoral

  3. 01/01/2007 a 02/04/2010

    Eleito em 2006.

    Renúncia.

    Partido na eleição de 2006: PDT.

    Dados da eleição de 2006: Tribunal Superior Eleitoral

  4. 01/01/2003 a 31/12/2006

    Eleito em 2002.

    Fim do mandato.

    Partido na eleição de 2002: PDT.

    Dados da eleição de 2002: Tribunal Superior Eleitoral

Os números do Amapá no governo de Waldez Góes

Cada número do Amapá ao lado do número do Brasil, do começo ao fim de cada período, e quem decide cada um.

Quanto custa encher o tanque?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Não há tabela de preços do governo: a Petrobras decide o preço nas suas refinarias, o governo federal pode mudar parte dos tributos federais e os estados decidem juntos o imposto estadual por litro.

Quem decide e as leis

Desde 2002 não há tabela de preços do governo para os combustíveis: refinarias, importadores, distribuidoras e postos definem os seus, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha e divulga os preços, sem fixá-los. A Petrobras, empresa em que o governo federal (a União) tem a maioria das ações com direito a voto, decide o preço que cobra nas suas refinarias, e o governo federal pode reduzir por decreto parte dos tributos federais sobre a gasolina e depois voltar a cobrá-los, até o limite da lei. O preço na bomba soma o preço nas refinarias, os tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados e do Distrito Federal, o etanol misturado à gasolina e as margens de distribuidoras e postos. Desde 2023, o ICMS da gasolina é um valor em reais por litro, o mesmo em todo o país, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

O que cabe ao governador

O governador não decide o preço nas refinarias nem os tributos federais sobre a gasolina, e o governo do estado não muda sozinho o ICMS dela: ele o decide em conjunto com os outros estados e o Distrito Federal.

Preço da gasolina. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, por litro, em reais do mês mais recente.

  1. Waldez Góes

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amapá no período
    −9,0%
    Amapá ao assumir
    R$ 5,92dez/2018
    Amapá ao sair
    R$ 5,38dez/2022

    Com lacuna

    Brasil no período
    −10,3%
    Brasil ao assumir
    R$ 6,59dez/2018
    Brasil ao sair
    R$ 5,91dez/2022

    Com lacuna

  2. Waldez Góes

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amapá no período
    +1,8%
    Amapá ao assumir
    R$ 5,81dez/2014
    Amapá ao sair
    R$ 5,92dez/2018
    Brasil no período
    +14,6%
    Brasil ao assumir
    R$ 5,75dez/2014
    Brasil ao sair
    R$ 6,59dez/2018
  3. Waldez Góes

    01/01/2007 a 02/04/2010

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amapá no período
    −1,9%
    Amapá ao assumir
    R$ 7,33dez/2006
    Amapá ao sair
    R$ 7,19mar/2010
    Brasil no período
    −13,5%
    Brasil ao assumir
    R$ 7,45dez/2006
    Brasil ao sair
    R$ 6,44mar/2010
  4. Waldez Góes

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Gasolina, R$ por litro, em reais de set/2026

    Amapá no período
    Sem dado
    Amapá ao assumir
    Sem dado
    Amapá ao sair
    R$ 7,33dez/2006

    Parte do período só na série anteriorDados parciais

    Brasil no período
    Sem dado
    Brasil ao assumir
    Sem dado
    Brasil ao sair
    R$ 7,45dez/2006

    Parte do período só na série anteriorDados parciais

Último dado: no Amapá, R$ 6,54 por litro (set/2026); no Brasil, R$ 6,54 por litro (set/2026). Sem dado em set/2020.

Amapá e Brasil, até dez/2022  Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Levantamento de Preços de Combustíveis, série histórica mensal: gasolina comumÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), variação mensal, até set/2026  Banco Central do BrasilAtualizado em Baixar os dados em valores separados por vírgula (CSV), de cada estado e do Brasil, um valor por período

Valor em reais de cada mês, corrigido pelo IPCA (série 433) para os preços do último mês disponível, sem setembro de 2020, quando não houve pesquisa; em setembro de 2020 a pesquisa mudou de programa, e outubro de 2020 teve poucos postos pesquisados. Valores em preços de set/2026. Serve para corrigir o preço da gasolina pela inflação; é a mesma série que o indicador de inflação usa.

Qual é a taxa de desemprego?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide o desemprego sozinho: pesam as empresas, que contratam, o juro básico do Banco Central e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide o desemprego sozinho. Sobre ele pesam as decisões das empresas, que contratam, e o juro básico, que o Banco Central decide. Pesam também os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais. A Constituição põe a busca do pleno emprego entre os princípios da economia do país.

O que cabe ao governador

O governador não decide a taxa de desemprego nem as leis do trabalho, que são feitas pelo Congresso Nacional; para criar ou aumentar um imposto do estado é preciso lei aprovada pela Assembleia Legislativa, menos o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, decidido em conjunto pelos estados e pelo Distrito Federal.

Taxa de desemprego. Variação no período em pontos percentuais; ao assumir e ao sair, em % da força de trabalho. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Waldez Góes

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amapá no período
    −5,1 pontos
    Amapá ao assumir
    17,62019
    Amapá ao sair
    12,52022
    Brasil no período
    −2,7 pontos
    Brasil ao assumir
    12,02019
    Brasil ao sair
    9,32022
  2. Waldez Góes

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amapá no período
    +9,2 pontos
    Amapá ao assumir
    11,22015
    Amapá ao sair
    20,42018
    Brasil no período
    +3,8 pontos
    Brasil ao assumir
    8,62015
    Brasil ao sair
    12,42018
  3. Waldez Góes

    01/01/2007 a 02/04/2010

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amapá:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

  4. Waldez Góes

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Taxa de desemprego, % da força de trabalho

    Amapá:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

Último dado: no Amapá, 9,8% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, 5,4% da força de trabalho (trimestre de abr/2026 a jun/2026).

Amapá e Brasil, até o trimestre de out/2022 a dez/2022  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 4099 do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA): taxa de desocupação por trimestre, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Cada valor é a taxa de um trimestre do calendário, sem ajuste sazonal, e o número é menos preciso nos estados com amostra pequena e, em proporção à taxa, onde a taxa é baixa.

Quanto ganha, em média, quem trabalha?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

Ninguém decide a renda sozinho: pesam os acordos entre empresas e trabalhadores, o salário mínimo fixado em lei, o juro básico e as regras dos governos.

Quem decide e as leis

Ninguém decide a renda do trabalho sozinho. Parte dela vem de acordos entre empresas e trabalhadores, que a Constituição reconhece, e o salário mínimo é fixado em lei, para o país todo. O juro básico, que o Banco Central decide, e os impostos e as regras dos governos federal, estaduais e municipais também pesam.

O que cabe ao governador

O governador propõe à Assembleia Legislativa o salário de quem trabalha no governo do estado e pode propor um piso salarial do estado, acima do mínimo nacional, para quem não tem piso em lei federal ou acordo coletivo; acima desse piso, o salário de quem trabalha nas empresas não é ele quem decide.

Renda média do trabalho. Variação no período, em %; ao assumir e ao sair, em reais do período mais recente. Ao assumir e ao sair são a média de quatro trimestres.

  1. Waldez Góes

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amapá no período
    +0,9%
    Amapá ao assumir
    R$ 2.7342019
    Amapá ao sair
    R$ 2.758jan/2020 a mar/2020 e abr/2022 a dez/2022

    Com lacuna

    Brasil no período
    −2,0%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.3402019
    Brasil ao sair
    R$ 3.272jan/2020 a mar/2020 e abr/2022 a dez/2022

    Com lacuna

  2. Waldez Góes

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amapá no período
    −3,1%
    Amapá ao assumir
    R$ 2.9882015
    Amapá ao sair
    R$ 2.8952018
    Brasil no período
    +1,0%
    Brasil ao assumir
    R$ 3.2962015
    Brasil ao sair
    R$ 3.3282018
  3. Waldez Góes

    01/01/2007 a 02/04/2010

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amapá:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

  4. Waldez Góes

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Renda média do trabalho, R$ por mês, em reais do trimestre de abr/2026 a jun/2026

    Amapá:

    Sem dado

    Brasil:

    Sem dado

Último dado: no Amapá, R$ 3.134 (trimestre de abr/2026 a jun/2026); no Brasil, R$ 3.738 (trimestre de abr/2026 a jun/2026). Sem dado de abr/2020 a mar/2022.

Amapá e Brasil, até o trimestre de out/2022 a dez/2022  IBGE, tabela 5436 do SIDRA: rendimento médio mensal real habitual do trabalho, Brasil e unidades da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

A tabela não tem dados do segundo trimestre de 2020 ao primeiro trimestre de 2022, e os valores são revistos a cada divulgação.

Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?

No Amapá e no Brasil

Quem decide

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles.

Quem decide e as leis

A segurança pública fica sobretudo com os governadores, porque as polícias civis e militares dos estados respondem a eles. O governo federal tem a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com tarefas definidas na Constituição, e as cidades podem ter guardas municipais para proteger os seus bens, serviços e instalações. Desde 2018, a lei do Sistema Único de Segurança Pública prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e as cidades atuem em conjunto. A taxa de homicídios também muda com fatores que nenhum governo controla sozinho, segundo o Atlas da Violência.

O que cabe ao governador

O governador comanda a Polícia Militar, que faz o policiamento nas ruas, e a Polícia Civil, que investiga os crimes, menos os federais e os militares; as leis penais são feitas pelo Congresso Nacional, e a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são do governo federal.

Homicídios. Variação no período, ao assumir e ao sair, por 100 mil habitantes.

  1. Waldez Góes

    01/01/2019 a 31/12/2022

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amapá no período
    −10,1
    Amapá ao assumir
    55,12018
    Amapá ao sair
    45,02022
    Brasil no período
    −6,1
    Brasil ao assumir
    28,12018
    Brasil ao sair
    22,02022
  2. Waldez Góes

    01/01/2015 a 31/12/2018

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amapá no período
    +20,3
    Amapá ao assumir
    34,82014
    Amapá ao sair
    55,12018
    Brasil no período
    −2,0
    Brasil ao assumir
    30,12014
    Brasil ao sair
    28,12018
  3. Waldez Góes

    01/01/2007 a 02/04/2010

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amapá no período
    −4,2
    Amapá ao assumir
    32,52006
    Amapá ao sair
    28,32009

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

    Brasil no período
    +0,4
    Brasil ao assumir
    26,52006
    Brasil ao sair
    26,92009

    Ano ou trimestre com posse no meio do mandato: fora da conta

  4. Waldez Góes

    01/01/2003 a 31/12/2006

    Homicídios por 100 mil habitantes, em um ano

    Amapá no período
    −0,8
    Amapá ao assumir
    33,32002
    Amapá ao sair
    32,52006
    Brasil no período
    −1,3
    Brasil ao assumir
    27,82002
    Brasil ao sair
    26,52006

Último dado: no Amapá, 45,2 por 100 mil habitantes (2024); no Brasil, 20,0 por 100 mil habitantes (2024).

Amapá e Brasil, até 2022  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Atlas da Violência, série 20: taxa de homicídios por unidade da federaçãoAtualizado em Baixar os dados em CSV, de cada estado e do Brasil, um valor por período

Série anual do Atlas da Violência por unidade da federação, pelo local de residência de quem morreu, divulgada com cerca de dois anos de atraso.

Ver todos os governadores desde 2003

Votos

Teve 191.741 votos no 2º turno de 2018, menos que os 220.256 do 2º turno de 2014. No 1º turno, teve 133.214, menos que os 161.550 de 2014.

  1. 2018

    Governador no Amapá

    2º turno

    Ver de onde vieram os votos

    191.741 votos

    Eleito

    No 1º turno: 133.214 votos, 33,55% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  2. 2014

    Governador no Amapá

    2º turno

    220.256 votos

    Eleito

    No 1º turno: 161.550 votos, 42,18% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

  3. 2010

    Senador no Amapá

    106.751 votos

    Não eleito

  4. 2006

    Governador no Amapá

    160.150 votos

    Eleito

  5. 2002

    Governador no Amapá

    2º turno

    125.828 votos

    Eleito

    No 1º turno: 86.179 votos, 36,82% dos votos válidos, e foi para o 2º turno.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral  Ver na fonte: 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002  Baixar os dados (CSV)

Arquivos de votos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lidos em 01/11/2026.

Ver os arquivos do TSE de cada eleição
  • votacao_candidato_munzona_2018.zip: arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2014.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2010.zip: arquivo de 03/09/2021, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2006.zip: arquivo de 13/05/2022, lido em 01/11/2026.
  • votacao_candidato_munzona_2002.zip: arquivo de 18/03/2022, lido em 01/11/2026.

De onde vieram os votos no 2º turno de 2018, para governador

Pular o mapa
  • Serra do Navio 53,67% dos votos válidos, 1.279 votos
  • Amapá 55,02% dos votos válidos, 2.207 votos
  • Pedra Branca do Amapari 46,08% dos votos válidos, 2.546 votos
  • Calçoene 51,20% dos votos válidos, 2.444 votos
  • Cutias 46,34% dos votos válidos, 1.279 votos
  • Ferreira Gomes 48,20% dos votos válidos, 1.844 votos
  • Itaubal 42,99% dos votos válidos, 1.626 votos
  • Laranjal do Jari 41,13% dos votos válidos, 7.636 votos
  • Macapá 50,29% dos votos válidos, 109.091 votos
  • Mazagão 50,39% dos votos válidos, 5.545 votos
  • Oiapoque 54,04% dos votos válidos, 5.754 votos
  • Porto Grande 60,48% dos votos válidos, 5.372 votos
  • Pracuúba 54,84% dos votos válidos, 1.196 votos
  • Santana 63,62% dos votos válidos, 37.562 votos
  • Tartarugalzinho 56,73% dos votos válidos, 3.223 votos
  • Vitória do Jari 49,83% dos votos válidos, 3.137 votos

Quanto mais forte a cor, maior a parte dos votos válidos do município que foi para Waldez Góes.

  • até 48%
  • de 48% a 52%
  • de 52% a 56%
  • mais de 56%
Votos: Tribunal Superior Eleitoral, votos por município de 2018, arquivo de 13/11/2024, lido em 01/11/2026. Contornos dos municípios da Malha Municipal de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, lida em 01/11/2026 e simplificada para o desenho.

Os 5 municípios com mais votos

  1. Macapá109.091 votos50,29% dos votos válidos da cidade
  2. Santana37.562 votos63,62% dos votos válidos da cidade
  3. Laranjal do Jari7.636 votos41,13% dos votos válidos da cidade
  4. Oiapoque5.754 votos54,04% dos votos válidos da cidade
  5. Mazagão5.545 votos50,39% dos votos válidos da cidade