Bolsonaro
Como cada número do país estava no começo e no fim de Bolsonaro, de 01/01/2019 a 31/12/2022.
Contexto externo: Pandemia (2020); guerra na Ucrânia (2022)
Os preços em geral estão subindo?
Inflação, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ao assumir e ao sair em % ao mês, a média por ano em % ao ano e o total do mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, os preços em geral subiram 26,93% no total, 6,14% por ano em média.
- Ao assumir
- 0,15% no mêsdez/2018
- Ao sair
- 0,62% no mêsdez/2022
- Média por ano
- 6,14% por ano
- No mandato inteiro
- 26,93% no total
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, quanto o número subiu no total e por ano em média, e a variação do mês antes da posse e a do último mês.
IPCA, variação mensal, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro 1 decisão registrada
A data de uma decisão dentro de um mandato não quer dizer que ela foi do Presidente da República: cada uma diz quem a tomou. A lista não diz quanto cada decisão mexeu no número.
Congresso Nacional e Presidente da República
O Congresso e o presidente da República limitaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, da energia elétrica, das comunicações e do transporte coletivo à alíquota geral de cada estado.
A comida do mercado está subindo?
Comida no mercado (IPCA, alimentação no domicílio). Ao assumir e ao sair em % ao mês, a média por ano em % ao ano e o total do mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a comida do mercado subiu 56,11% no total, 11,78% por ano em média.
- Ao assumir
- 0,50% no mêsdez/2018
- Ao sair
- 0,71% no mêsdez/2022
- Média por ano
- 11,78% por ano
- No mandato inteiro
- 56,11% no total
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, quanto o número subiu no total e por ano em média, e a variação do mês antes da posse e a do último mês.
Alimentação no domicílio, variação mensal, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro Nenhuma decisão da lista deste número neste mandato.
Quanto custa encher o tanque?
Preço da gasolina. Ao assumir, ao sair e a média do mandato em R$ por litro; a variação no mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o preço da gasolina foi de R$ 6,59 por litro em dez/2018 a R$ 5,91 em dez/2022, em dinheiro de hoje: caiu 10,3%.
- Ao assumir
- R$ 6,59dez/2018
- Ao sair
- R$ 5,91dez/2022
- Média do mandato
- R$ 6,91
- Variação no mandato
- −10,3%
- Valores usados na média
- 47jan/2019 a dez/2022
Com lacuna
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse e o do último mês, em dinheiro de hoje, quanto ele mudou entre os dois e a média do mandato.
Média ponderada pelas vendas, desde novembro de 2004, até dez/2022 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)IPCA, variação mensal, até set/2026 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro 3 decisões registradas
A data de uma decisão dentro de um mandato não quer dizer que ela foi do Presidente da República: cada uma diz quem a tomou. A lista não diz quanto cada decisão mexeu no número.
Congresso Nacional e Presidente da República
O Congresso e o presidente da República mandaram cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis uma vez só, em reais por litro, num valor igual em todo o país, decidido pelos estados juntos.
Congresso Nacional e Presidente da República
O Congresso e o presidente da República proibiram os estados de cobrar sobre os combustíveis, a energia elétrica, as comunicações e o transporte coletivo um ICMS acima da alíquota geral, a que vale para a maioria dos produtos.
Congresso Nacional e Presidente da República
O Congresso e o presidente da República zeraram os tributos federais sobre a gasolina até 31/12/2022.
Valor fixado: Tributos federais: zero, até 31/12/2022.
Qual é a taxa de desemprego?
Taxa de desemprego. Unidade: % da força de trabalho.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a taxa de desemprego foi de 11,7% da força de trabalho no trimestre de out/2018 a dez/2018 a 8,4% no trimestre de nov/2022 a jan/2023; a média do mandato foi 12,1%.
- Ao assumir
- 11,7%out/2018 a dez/2018
- Ao sair
- 8,4%nov/2022 a jan/2023
- Média do mandato
- 12,1%
- Valores usados na média
- 48dez/2018 a jan/2023
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse, o do último mês e a média do mandato.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, todo o país, desde 2012, até o trimestre de nov/2022 a jan/2023 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Atualizado em
Quanto vale o salário mínimo?
Salário mínimo real. Ao assumir, ao sair e a média do mandato em R$; a variação no mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o salário mínimo foi de R$ 1.440,14 em dez/2018 a R$ 1.423,09 em dez/2022, em dinheiro de hoje: caiu 1,2%.
- Ao assumir
- R$ 1.440,14dez/2018
- Ao sair
- R$ 1.423,09dez/2022
- Média do mandato
- R$ 1.460,86
- Variação no mandato
- −1,2%
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse e o do último mês, em dinheiro de hoje, quanto ele mudou entre os dois e a média do mandato.
Salário mínimo real, em reais do mês mais recente, até dez/2022 Banco Central do BrasilÍndice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), variação mensal, até set/2026 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro 1 decisão registrada
A data de uma decisão dentro de um mandato não quer dizer que ela foi do Presidente da República: cada uma diz quem a tomou. A lista não diz quanto cada decisão mexeu no número.
Governo federal
O governo federal fixou o salário mínimo de 2021 em R$ 1.100. Para os valores de 2020 a 2023, nenhuma lei fixou uma regra de aumento acima da inflação, e o valor de cada ano foi fixado por medida provisória.
Valor fixado: Salário mínimo: R$ 1.100,00 por mês, a partir de 01/01/2021.
Quanto ganha, em média, quem trabalha?
Renda média do trabalho. Ao assumir, ao sair e a média do mandato em R$; a variação no mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a renda média de quem trabalha foi de R$ 3.357 no trimestre de out/2018 a dez/2018 a R$ 3.338 no trimestre de nov/2022 a jan/2023, em dinheiro de hoje: caiu 0,6%.
- Ao assumir
- R$ 3.357out/2018 a dez/2018
- Ao sair
- R$ 3.338nov/2022 a jan/2023
- Média do mandato
- R$ 3.330
- Variação no mandato
- −0,6%
- Valores usados na média
- 48dez/2018 a jan/2023
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse e o do último mês, em dinheiro de hoje, quanto ele mudou entre os dois e a média do mandato.
Rendimento médio real habitual, todo o país, desde 2012, até o trimestre de nov/2022 a jan/2023 IBGEAtualizado em
Quanto é o juro do rotativo do cartão?
Juro do cartão de crédito rotativo. Unidade: % ao mês.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o juro do rotativo do cartão foi de 12,08% ao mês em dez/2018 a 14,58% em dez/2022; a média do mandato foi 12,97%.
- Ao assumir
- 12,08%dez/2018
- Ao sair
- 14,58%dez/2022
- Média do mandato
- 12,97%
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse, o do último mês e a média do mandato.
Juro do cartão de crédito rotativo, pessoas físicas, em % ao mês, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro Nenhuma decisão da lista deste número neste mandato.
Quanto está o juro básico?
Juro básico, taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). Unidade: % ao ano.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o juro básico foi de 6,50% ao ano em dez/2018 a 13,75% em dez/2022; a média do mandato foi 6,55%.
- Ao assumir
- 6,50%dez/2018
- Ao sair
- 13,75%dez/2022
- Média do mandato
- 6,55%
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse, o do último mês e a média do mandato.
Meta da Selic, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro 1 decisão registrada
A data de uma decisão dentro de um mandato não quer dizer que ela foi do Presidente da República: cada uma diz quem a tomou. A lista não diz quanto cada decisão mexeu no número.
Congresso Nacional e Presidente da República
O Congresso e o presidente da República deram mandatos fixos ao presidente e aos diretores do Banco Central, que não coincidem com o do presidente da República, e puseram a estabilidade dos preços como o objetivo principal do banco.
A economia está crescendo?
Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Ao assumir, ao sair e a média por ano em % ao ano; o total do mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a economia cresceu 5,7% no total, 1,4% por ano em média.
- Ao assumir
- 1,8% no ano2018
- Ao sair
- 3,0% no ano2022
- Média por ano
- 1,4% por ano
- No mandato inteiro
- 5,7% no total
- Valores usados na média
- 4jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, quanto o número cresceu no total e por ano em média, e a taxa do ano antes da posse e a do último ano.
Crescimento do ano sobre o ano anterior, até 2022 IBGEAtualizado em
Quantos homicídios há por 100 mil pessoas?
Homicídios. Unidade: por 100 mil habitantes.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a taxa de homicídios foi de 28,1 por 100 mil habitantes em 2018 a 22,0 em 2022; a média do mandato foi 22,6.
- Ao assumir
- 28,12018
- Ao sair
- 22,02022
- Média do mandato
- 22,6
- Valores usados na média
- 4jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse, o do último mês e a média do mandato.
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes, Brasil, até 2022 Instituto de Pesquisa Econômica AplicadaAtualizado em
Quanto o governo deve, comparado ao tamanho da economia?
Dívida do governo. Unidade: % do PIB.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a dívida do governo foi de 75,3% do PIB em dez/2018 a 71,7% em dez/2022; a média do mandato foi 78,7%.
- Ao assumir
- 75,3%dez/2018
- Ao sair
- 71,7%dez/2022
- Média do mandato
- 78,7%
- Valores usados na média
- 48jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor do mês antes da posse, o do último mês e a média do mandato.
Dívida bruta do governo geral, metodologia atual, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Quanto o governo gasta com juros, comparado à economia?
Gasto com juros da dívida. Unidade: % do PIB.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o gasto com juros da dívida foi de 5,4% do PIB em dez/2018 a 5,8% em dez/2022; a média dos dezembros foi 5,0%.
- Ao assumir
- 5,4%dez/2018
- Ao sair
- 5,8%dez/2022
- Média dos dezembros
- 5,0%
- Valores usados na média
- 4dez/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor de 12 meses até o dezembro antes da posse, o do último dezembro (ou do último mês publicado, num mandato em curso) e a média dos dezembros.
Juros nominais do setor público consolidado, em 12 meses, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
A produção por pessoa está crescendo?
Crescimento do PIB por pessoa. Ao assumir, ao sair e a média por ano em % ao ano; o total do mandato em %.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, a economia por pessoa cresceu 3,5% no total, 0,9% por ano em média.
- Ao assumir
- 1,1% no ano2018
- Ao sair
- 2,6% no ano2022
- Média por ano
- 0,9% por ano
- No mandato inteiro
- 3,5% no total
- Valores usados na média
- 4jan/2019 a dez/2022
Em cada mandato, quanto o número cresceu no total e por ano em média, e a taxa do ano antes da posse e a do último ano.
Crescimento real da produção por habitante, até 2022 IBGEAtualizado em
Quanto sobra ou falta nas contas públicas antes dos juros?
Resultado das contas antes dos juros. Unidade: % do PIB.
No governo Bolsonaro, de jan/2019 a dez/2022, o resultado das contas antes dos juros foi de −1,55% do PIB em dez/2018 a 1,25% em dez/2022; a média dos dezembros foi −2,03%.
- Ao assumir
- −1,55%dez/2018
- Ao sair
- 1,25%dez/2022
- Média dos dezembros
- −2,03%
- Valores usados na média
- 4dez/2019 a dez/2022
Em cada mandato, o valor de 12 meses até o dezembro antes da posse, o do último dezembro (ou do último mês publicado, num mandato em curso) e a média dos dezembros.
Resultado primário do setor público consolidado, em 12 meses, até dez/2022 Banco Central do BrasilAtualizado em
Bolsonaro 8 decisões registradas
A data de uma decisão dentro de um mandato não quer dizer que ela foi do Presidente da República: cada uma diz quem a tomou. A lista não diz quanto cada decisão mexeu no número.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para deixar fora do limite de despesas os repasses aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios de parte do dinheiro dos leilões do petróleo excedente da cessão onerosa, um contrato previsto numa lei de 2010, e a despesa com a revisão desse contrato.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para refazer as regras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o fundo da educação básica pública, e aumentar, ano a ano até 2026, o dinheiro que o governo federal põe no fundo além do que vem dos estados e dos municípios, a chamada complementação da União. Essa complementação ficou fora do limite de despesas.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para deixar até R$ 44 bilhões do auxílio emergencial de 2021 fora do limite de despesas e da meta de resultado primário daquele ano.
Valor fixado: Fora do limite e da meta: até R$ 44 bilhões.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para corrigir o limite de despesas pela inflação de janeiro a dezembro do ano anterior, no lugar da inflação de 12 meses até junho.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para fixar, para cada ano até 2026, um limite para o pagamento dos precatórios, as dívidas que o governo federal tem de pagar por decisão da Justiça. A mesma emenda deixou fora do limite de despesas, a partir de 2022, os precatórios da parte que o governo federal devia a estados e municípios no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para reconhecer, em 2022, um estado de emergência pela alta dos preços do petróleo e dos combustíveis e deixar fora do limite de despesas os gastos que criou para aquele ano, como o aumento do Auxílio Brasil.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para aumentar o limite de despesas do governo federal em 2023 e mandou o presidente da República propor uma nova regra para as contas.
Valor fixado: Limite de despesas de 2023: mais R$ 145 bilhões.
Congresso Nacional
O Congresso mudou a Constituição para dar ao governo federal a tarefa de ajudar a pagar o piso salarial da enfermagem e das parteiras e deixar fora do limite de despesas o que ele gasta com isso, inclusive o que repassa aos fundos de saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.